Maurício de Almeida Siaines de Castro

Banca examinadora

Gláucia Villas Bôas
Regina Abreu
André Pereira Botelho

Resumo

Diversos autores estiveram presentes na eliminação do arraial sertanejo de Canudos, em 1897. O Exército Brasileiro foi um deles. Em seu interior, inicialmente, considerava-se haver em Canudos o“incompreensível e bárbaro inimigo”, como qualificou Euclides da Cunha. Em outubro de 1997, quando se completava o centenário do fim da luta no sertão, o Instituto de Geografia e História Militar do Brasil realizou um simpósio para debater o tema, depois dele ter sido veiculado, durante quase dois anos, em diversas edições das publicações Defesa Nacional Revista do Exército Brasileiro.
Na esteira desses debates, a Biblioteca do Exército Editora encomendou ao coronel Oliveiros Litrento, professor de direito na Academia Militar de Agulhas Negras, a produção de um livro sobre Canudos. Assim, em 1998, vinha a público Canudos: visões e revisões, com uma visão nova do assunto.

Este trabalho analisa a mudança de atitude em relação a Canudos, no interior do Exército Brasileiro, expressa nos debates de 1997 e no livro de Oliveiros Litrento.