Rejane Valvano Corrêa da Silva

Banca examinadora

Prof. Emerson Giumbelli, Presidente
Prof. Federico Neiburg
Profa. Sandra de Sá Carneiro
Prof. Octávio Bonet
Prof. Fernando Rabossi


Resumo

Ao procurar aulas de iogas nas cidades do Rio de Janeiro e de Salvador (Bahia) encontramos diversos estilos. Diante das semelhanças nas diferenças, defendemos a existência do campo das iogas e propomos que: os alunos de iogas, mediante exercício regular de técnicas específicas e explicações filosóficas, religiosas ou espirituais, aprendem a “ficar em paz” e isso é o que une esses diferentes estilos. Por “ficar em paz” entendemos a capacidade de controlar estímulos internos e externos que afetam a pessoa. A fim de demonstrar essa tese, depois de apresentarmos o campo das iogas, focamos nosso estudo num estilo – o Swásthya Yôga, codificado por DeRose. Analisamos algumas propostas presentes em livros feitas por professores deste estilo aos seus alunos. Em seguida, complementamos as análises com nossa observação participante em aulas de Yôga feitas em Salvador. Realizamos uma abordagem fenomenológica dessas aulas enquanto ritual para “aprender a ficar em paz” focando a importância da atenção com o corpo. O domínio de técnicas realizadas durante as aulas envolvia a capacidade de permanecer imóvel durante um tempo de maneira confortável e em silêncio: habilidades adquiridas por meio do exercício de técnicas de si.