Professores: Marco Aurélio Santana (PPGSA) e Alexandre Barbosa Fraga (Pós-Doc PPGSA)

Período: 2019.1

Programa em PDF

Ementa: A disciplina objetiva examinar as contribuições da Sociologia para o estudo dos movimentos sociais e das ações coletivas, tanto nas abordagens clássicas quanto contemporâneas. Busca-se analisar, sobretudo, mobilizações mais recentes no Brasil e no mundo, de forma a refletir sobre os desafios que esses eventos atuais trazem em termos de pesquisa e de interpretação, uma vez que muitas formas de manifestação coletiva vivenciadas no início do século XXI escapam, em alguns sentidos, dos limites das teorias produzidas para compreender os movimentos sociais e as suas ações. Nesse sentido, serão abordados os seguintes conteúdos programáticos: as contribuições teóricas clássicas e contemporâneas para a análise dos movimentos sociais (abordagens marxistas, teorias clássicas norte-americanas, teoria da mobilização de recursos, teoria do confronto político e dos repertórios de ação coletiva, teoria dos novos movimentos sociais e teoria do reconhecimento); a ação coletiva; os conflitos e a luta de classes; os chamados movimentos sociais “tradicionais” e “novos”; a ação conectiva e os movimentos sociais em rede; e manifestações recentes no Brasil e no mundo: Revolta dos Pinguins (Chile, 2006), Primavera Árabe (Oriente Médio e África, 2010), Indignados (Espanha, 2011), Occupy Wall Street (EUA, 2011), Manifestações de Junho (Brasil, 2013), Rolezinhos (Brasil, 2013) e Ocupação de escolas (Brasil, 2016).

Procedimentos metodológicos: A disciplina está organizada em sessões nas quais serão debatidos textos indicados neste programa e lidos previamente. Além de participarem das discussões ao longo de todas as aulas, cada pós-graduando ficará responsável por se aprofundar e expor determinado texto específico de, pelo menos, uma das sessões. Há, ainda, espaço para apresentação e debate das pesquisas sobre movimentos sociais realizadas pelos/as pós-graduandos/as inscritos/as na disciplina, a depender do interesse deles e delas, algo a ser combinado após o início das aulas.

Avaliação: Participação nas discussões ao longo das aulas e elaboração de um trabalho final por escrito. A proposta do trabalho final é a de que o/a pós-graduando/a reflita sobre os textos, conceitos, teorias e questões trabalhados no curso e os utilize para analisar um objeto empírico de pesquisa sobre movimentos sociais, de preferência ligado à sua dissertação ou tese.

Programa da disciplina – 2019.1

1a sessão: Apresentação do curso e do programa

Unidade 1: Teorias clássicas e contemporâneas sobre movimentos sociais

2ª sessão: Introdução ao debate

3ª sessão: Movimentos “tradicionais”, conflitos de classe e as abordagens marxistas

4ª sessão: Teorias clássicas norte-americanas

5ª sessão: A ação coletiva e a teoria da mobilização de recursos

6ª sessão: Teoria do confronto político e dos repertórios de ação coletiva

7ª sessão: Teoria dos novos movimentos sociais

8ª sessão: Teoria dos novos movimentos sociais na América Latina

9ª sessão: Teoria do reconhecimento

Unidade 2: Análise de manifestações recentes: limites teóricos, estudos de caso e a sociedade em rede

10ª sessão: Debate sobre as pesquisas dos/as pós-graduandos/as inscritos/as na disciplina

11ª sessão: A ação conectiva e os movimentos sociais em rede

12ª sessão: Primavera Árabe, Indignados e Occupy Wall Street

13ª sessão: Manifestações de Junho e Rolezinhos

14a sessão: Revolta dos Pinguins e Ocupação de escolas

15a sessão: Debate sobre os trabalhos finais e balanço do curso

Bibliografia obrigatória:

  • ALONSO, Angela. As teorias dos movimentos sociais: um balanço do debate. Lua Nova, nº. 76. São Paulo, 2009. Pp. 49-86.

  • ______. Repertório, segundo Charles Tilly: história de um conceito. Sociologia & Antropologia, v. 02.03, 2012. Pp. 21-41.

  • ALVES, Giovanni. Ocupar Wall Street… e depois? In: HARVEY, D. et. al. (Org.). OCCUPY. Movimentos de protestos que tomaram as ruas. São Paulo: Carta Maior/Boitempo Editorial, 2012. Pp. 31-38.

  • BARBOSA-PEREIRA, Alexandre. Os “rolezinhos” nos centros comerciais de São Paulo: juventude, medo e preconceito. Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales, Niñez y Juventud, 14 (1), 2016. Pp. 545-557.

  • BENNETT, W. Lance; SEGERBERG, Alexandra. The Logic of Connective Action: digital media and the personalization of contentious politics. Information, Communication & Society, 15:5, 2012. Pp. 739-768.

  • CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Qual a novidade dos rolezinhos? Espaço público, desigualdade e mudança em São Paulo. Novos Estudos, 98, março de 2014. Pp. 13-20.

  • CASTELLS, Manuel. “Prelúdio à revolução: onde tudo começou”, “A revolução egípcia”, “Dignidade, violência, geopolítica: as insurreições árabes e seu fim”, “Uma revolução rizomática: os Indignados na Espanha”, “Occupy Wall Street: extraindo o sal da terra”, “Movimentos sociais em rede: uma tendência global?”, “A transformação do mundo na sociedade em rede”, “Movimentos sociais em rede e mudança política” e “Para além da indignação, a esperança: vida e morte dos movimentos sociais em rede”. In: Redes de indignação e esperança: movimentos sociais na era da internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2017. Pp. 33-244.

  • CATINI, Carolina de Roig; MELLO, Gustavo Moura de Cavalcanti. Escolas de luta, educação política. Educ. Soc., Campinas, v. 37, nº. 137, out.-dez., 2016. Pp.1177-1202.

  • FRASER, Nancy. Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era pós-socialista. Cadernos de Campo, São Paulo, nº. 14/15, 2006. Pp. 231-239.

  • GALVÃO, Andréia. O marxismo importa na análise dos movimentos sociais? 32º Encontro Nacional da ANPOCS 2008. 28 p.

  • GOHN, Maria da Glória. “Capítulos I, II, III, IV, V e VIII”. In: Teorias dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Edições Loyola, 2014. Pp. 23-48.

  • ______. “Novas tecnologias e protestos sociais: Primavera Árabe, Indignados, Occupy 2011-2012”. In: Sociologia dos movimentos sociais. São Paulo: Cortez, 2014. Pp. 21-50.

  • ______. “Parte I: Manifestações dos indignados no Brasil: antes, durante e depois de junho de 2013”. In: Manifestações de junho de 2013 no Brasil e praças dos indignados no mundo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. Pp. 17-88.

  • ______. “Segunda Parte: Lutas e movimentos pela educação”. In: Manifestações e protestos no Brasil: correntes e contracorrentes na atualidade. São Paulo: Cortez, 2017. Pp. 83-107.

  • HARVEY, David. Os rebeldes das ruas. O Partido de Wall Street encontra sua nêmesis. In: HARVEY, D. et. al (Org.). OCCUPY. Movimentos de protestos que tomaram as ruas. São Paulo: Carta Maior/Boitempo Editorial, 2012. Pp. 57-64.

  • HOBSBAWM, Eric J. “Capítulo 11: O Fazer-se da Classe Operária, 1870-1914”. In: Mundos do Trabalho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Pp. 273-297.

  • HONNETH, Axel. Reconhecimento ou redistribuição? A mudança de perspectivas na ordem moral da sociedade. In: SOUZA, Jessé; MATTOS, Patrícia (Org.). Teoria crítica no século XXI. São Paulo: Annablume, 2007. Pp. 79-93.

  • ______. “5. Padrões de reconhecimento intersubjetivo: amor, direito, solidariedade”, “6. Identidade pessoal e desrespeito: violação, privação de direitos, degradação” e “8. Desrespeito e resistência: a lógica moral dos conflitos sociais”. In: Luta por reconhecimento: a gramática moral dos conflitos sociais. São Paulo: Editora 34, 2009. Pp. 155-224 e 253-268.

  • JASPER, James M. “Introdução: fazer protesto” e “Capítulo 1: O que são os movimentos sociais?”. In: Protesto: uma introdução aos movimentos sociais. Rio de Janeiro: Zahar, 2016. Pp. 19-60.

  • LACLAU, Ernesto. Os novos movimentos sociais e a pluralidade do social. Revista Brasileira de Ciências Sociais, nº. 2, vol. 1, outubro de 1986. Pp. 41-47.

  • LEITE, Miriam S.; NEVES, Ana B. M.; SANTOS, Luiz G. O. “O movimento de ocupação de escolas, o Projeto de Lei Escola Sem Partido e o ensino de Sociologia: desconstruções”. In: MAÇAIRA, Julia Polessa; FRAGA, Alexandre Barbosa (Org.). Saberes e Práticas do Ensino de Sociologia. Rio de Janeiro: Autografia, 2018. Pp. 281-303.

  • McADAM, Doug; TARROW, Sidney; TILLY, Charles. Para mapear o confronto político. Lua Nova, nº 76, São Paulo, 2009. Pp. 11-48.

  • McCARTHY, J. D.; ZALD, M. N. Resource mobilization and social movements: a partial theory. American Journal of Sociology, vol. 82, nº. 6, 1977. Pp. 1212-1241.

  • MELUCCI, Alberto. Um objetivo para os movimentos sociais? Lua Nova, nº. 17. São Paulo, junho de 1989. Pp. 49-66.

  • OLSON, Mancur. “1. Uma teoria dos grupos sociais e das organizações”, “2. Tamanho de grupo e comportamento grupal” e “6. As teorias do ‘subproduto’ e do ‘interesse especial’” In: A Lógica da Ação Coletiva: os benefícios públicos e uma teoria dos grupos sociais. São Paulo: Edusp, 2015. Pp. 17-78 e 147-181.

  • PINTO, Celi Regina Jardim. Nota sobre a controvérsia Fraser–Honneth informada pelo cenário brasileiro. Lua Nova, nº. 74. São Paulo, 2008. Pp. 35-58.

  • ______. O que as teorias do reconhecimento têm a dizer sobre as manifestações de rua em 2013 no Brasil. Revista Sociedade e Estado, Vol. 31, 2016. Pp. 1071-1091.

  • SADER, Eder. “Capítulo III: Matrizes discursivas”. In: Quando novos personagens entraram em cena: experiências e lutas dos trabalhadores da grande São Paulo, 1970-1980. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. Pp. 141-195.

  • SINGER, André. Brasil, junho de 2013, classes e ideologias cruzadas. Novos Estudos –CEBRAP, 97, novembro de 2013. Pp. 23-40.

  • SMELSER, Neil J. “I. Análisis del comportamiento colectivo” e “III. La tensión estructural subyacente en el comportamiento colectivo”. In: Teoría del comportamiento colectivo. México: Fondo de Cultura Económica, 1989. Pp. 13-34 e 61-82.

  • TARROW, Sidney. “Introdução” e “Confronto político e movimentos sociais”. In: O poder em movimento: movimentos sociais e confronto político. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. Pp. 17-45.

  • TEIXEIRA, Ana Claudia; ZANINI, Débora; MENESES, Larissa. O fazer político nas mídias sociais: aproximações teóricas sobre ação coletiva em rede. 41º Encontro Anual da ANPOCS 2017, GT2 – Ciberpolítica, ciberativismo e cibercultura. 24 p.

  • THOMPSON, Edward P. “Prefácio”. In: A Formação da Classe Operária Inglesa. Vol. 1: A árvore da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Pp. 9-14.

  • TONI, Fabiano. Novos Rumos e possibilidades para os estudos dos movimentos sociais. BIB. Boletim de Informação Bibliográfica. São Paulo, nº. 52, 2001. Pp. 79-104.

  • TOURAINE, Alain. Os novos conflitos sociais: para evitar mal-entendidos. Lua Nova, nº. 17, São Paulo, junho de 1989. Pp. 5-18.

  • ______. “Segunda parte: as formas de ação coletiva”. In: Palavra e sangue: política e sociedade na América Latina. Campinas: Editora da UNICAMP, 1989. Pp. 109-179.

  • ZIBAS, Dagmar M. L. “A Revolta dos Pinguins” e o novo pacto educacional chileno. Revista Brasileira de Educação, v. 13, nº. 38, maio/ago, 2008. Pp. 199-220.

Bibliografia complementar:

  • AVRITZER, Leonardo. “Do reconhecimento do self a uma política institucional de reconhecimento: uma abordagem da polêmica entre Axel Honneth e Nancy Fraser”. Encontro Anual da ANPOCS 2007, ST Teoria Social. 22 p.

  • BLUMER, Herbert. “Collective Behaviour”. In: PARK, R. (Ed.). An Outline of the Principles of Sociology. Nova York: Barnes & Noble, 1939.

  • BOSCHI, R. A arte da associação. Política de base e democracia no Brasil. Rio de Janeiro: Iuperj/Vértice, 1987.

  • BRESSIANI, Nathalie de Almeida. Economia, cultura e normatividade: o debate de Nancy Fraser e Axel Honneth sobre redistribuição e reconhecimento. 2010. 151 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia). Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, 2010.

  • BRINGEL, Breno. A busca de uma nova agenda de pesquisa sobre os movimentos sociais e o confronto político: diálogos com Sidney Tarrow. Política & Sociedade, vol. 10, nº. 18, abril de 2011. Pp. 51-73.

  • CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Vol. 1: A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

  • DAVIS, D. The power of distance: re-theorizing social movements in Latin America. Theory and Society, vol. 28, nº 4, 1999. Pp. 585-638.

  • DE LA CUADRA, F. Conflito social e movimento estudantil no Chile. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 21, n. 42, fev. 2008. Pp. 173-194.

  • ENGELS, Friedrich. A Situação da Classe Trabalhadora na Inglaterra. São Paulo: Boitempo Editorial, 2010.

  • FROMM, Eric. Escape from Freedom. Nova York: Rinehart, 1941.

  • GOHN, Maria da Glória. “Parte II: As praças dos indignados”. In: Manifestações de junho de 2013 no Brasil e praças dos indignados no mundo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. Pp. 89-137.

  • ______. “Os novíssimos sujeitos coletivos nas ruas – 2013-2016” e “Manifestações e protestos nas ruas – 2013-2016”. In: Manifestações e protestos no Brasil: correntes e contracorrentes na atualidade. São Paulo: Cortez, 2017. Pp. 31-81.

  • GUSFIELD, Joseph R. Social Structure and Moral Reform: a Study of the Woman’s Christian Temperance Union. American Journal of Sociology, nº. 61, 1955. Pp. 221-232.

  • HABER, P. L. Identity and political process: recent trends in the study of Latin American social movements. LARR, vol. 31, nº. 1, 1996.

  • HABERMAS, Jürgen. New social movements. Telos, New York, nº. 49, 1981.

  • ______. Mudança estrutural da esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.

  • ______. A nova intransparência. Novos Estudos Cebrap, nº. 19, setembro de 1987.

  • HEBERLE, Rudolf. Social Movements: an introduction to Political Sociology. Nova York: Appleton-Century-Crofts Inc, 1951.

  • HOLSTON, J. Come to the Street! Urban Protest, Brazil 2013. Anthropological Quarterly, vol. 87, nº. 3, 2014. Pp. 887-900.

  • JENKINS, J. Craig. La teoria de la movilización de recursos y el estudio de los movimientos sociales. Madri, Zona Abierta, 69, 1994. Pp. 5-49.

  • KORNHAUSER, W. The Politics of Mass Society. Glencoe: Free Press, 1959.

  • LÊNIN, V. I. Que fazer? São Paulo: Hucitec, 1978.

  • LUXEMBURGO, Rosa. Greve de massas, partidos e sindicatos. São Paulo: Ed. Kairos, 1979.

  • MARX, Karl. O Dezoito Brumário de Louis Bonaparte. São Paulo: Centauro, 2006.

  • ______. As lutas de classes na França. São Paulo: Boitempo, 2012.

  • McADAM, Doug. Political process and the development of black insurgency. Chicago: University of Chicago Press, 1999.

  • McCARTHY, J. D.; ZALD, M. N. The Trend of Social Movements in America: professionalization and resource mobilization. Morristown, N. J.: General Learning Press, 1973.

  • MELO, Rúrion (coord.). A teoria crítica de Axel Honneth: reconhecimento, liberdade e justiça. São Paulo: Saraiva, 2013.

  • MELUCCI, A. The new social movements: a theoretical approach. Social Science Information, vol. 19, nº. 2, 1980.

  • MÉNDEZ, Evelyn Norma Castro. Análisis del discurso visual de Facebook. Un proceso de empoderamiento social y desacralización del poder de Hosni Mubarak. Estudios de Asia y África, vol. 52, Nº. 1 (162), 2017. Pp. 61-96.

  • MENDONÇA, Ricardo Fabrino. Dimensões democráticas nas jornadas de junho: reflexões sobre a compreensão de democracia entre manifestantes de 2013. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 33, nº. 98, 2018. Pp. 1-23.

  • OBERSCHALL, Anthony. Social conflict and social movements. New Jersey: Prentice Hall, 1973.

  • PINHEIRO-MACHADO, Rosana; SCALCO, Lucia Mury. Rolezinhos: Marcas, consumo e segregação no Brasil. Revista Estudos Culturais 1, 2014. 20 p.

  • SANTOS, Marcelo Burgos Pimentel dos; SEGURADO, Rosemary. Ocupação dos espaços públicos e a produção do comum: a ação política dos estudantes secundaristas nas escolas públicas de São Paulo. 40º Encontro Anual da ANPOCS 2016. 22 p.

  • SARMENTO, Rayza; REIS, Stephanie; MENDONÇA, Ricardo Fabrino. As Jornadas de Junho no Brasil e a questão de gênero: as idas e vindas das lutas por justiça. Revista Brasileira de Ciência Política, nº. 22. Brasília, janeiro-abril de 2017. Pp. 93-128.

  • SCHERER-WARREN, I.; KRISCHKE, P. (Org.). Uma revolução no cotidiano? Os novos movimentos sociais na América do Sul. São Paulo: Brasiliense, 1987.

  • SHEFNER, J. Introduction: current trends in Latin American social movements. Mobilization: an International Journal, vol. 9, nº. 3, 2004.

  • SILVEIRA, S. A.; BRAGA, S.; PENTEADO, C. Cultura, Política e Ativismo nas Redes Digitais. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2014.

  • SLATER, D. (Org.) New social movements and the State in Latin America. Amsterdam: CEDLA, 1985.

  • TILLY, Charles. From mobilization to revolution. Newberry Award Records, 1978.

  • ______. Movimentos sociais como política. Revista Brasileira de Ciência Política, nº 3. Brasília, janeiro-julho de 2010. Pp. 133-160.

  • TOURAINE, Alain. La voix et le regard. Paris: Seuil, 1978.

  • ______. Na fronteira dos movimentos sociais. Sociedade e Estado. Brasília, v. 21, n.1, jan./abr. 2006. Pp. 17-28.

 

OBS.: Alguns dos textos e trechos indicados poderão sofrer pequenas alterações no decorrer do curso.